2013/10/29

baby:
talvez eu tenha esperado tempo demais. de braços abertos. naquela mesma esquina em que os nossos olhares se quiseram pela primeira vez. "agora você está mais perto", você disse. "agora você não está mais só", eu ouvi.

2013/10/26

baby:
não vai ser difícil viver sem o meu riso. difícil será conviver com essa saudade no peito. essa coisa que reproduz cheiros e imagens, que repete frases e insiste em revelar dizeres adiados e viveres interditados.

2013/10/22

baby:
você está proibido de me fazer chorar outra vez. porque essa dor, babie, não cabe mais em mim.

2013/10/18

baby:
coragem se inventa quando o amor existe. dentro do peito. e a um passo de ti.

2013/10/15


baby:
meu amor não acaba com um adeus. porque nenhum amor de verdade morrerá, ainda que algumas pessoas vivam vidas e vidas sem conhecê-lo.

2013/10/11



baby:
sei que fiz falta no cercadinho. e que, comigo, a tristeza fica fininha — enquanto o tempo insiste em acelerar. mas você ainda pode pedir, arriscar tudo — e voar.

2013/10/09

baby:
acionar o astral demanda lidar com as consequências. e eu jamais faria algo para prendê-lo a mim. amor e feitiço não combinam — e você sabe, ainda que finja não ver.

2013/10/05


baby:
eu só escolhi deixar de ser preterida. porque uma vida toda é muito tempo — e eu quero voltar a sonhar.

2013/10/01

baby:
não fui teu porto, mas pude ser mais. esse essencial que sempre buscaste e jamais conheceste. isso que traz conforto e ilumina, refresca e bronzeia. teu jacarandá-do-amor.