2013/09/26

baby:
é fácil entender as coisas que nunca foram. porque não pude ser o teu porto. dois corpos não ocupam o mesmo lugar. não fui porto seguro, não fui par, não fui à esquina contigo — nem ao altar.

2013/09/22

baby:
sim, eu converso com os anjos. por isso, nunca estou só. eles se deixam incomodar, revelam verdades doídas e indicam pequenas alegrias.

2013/09/18

baby:
com o amor, viriam os cafés pela manhã, os almoços no intervalo do dia, as caminhadas quando a tarde termina. os convites seriam naturais — imprescindíveis e irrecusáveis.

2013/09/14

baby:
esta carta é só pra dizer que aquele amor não morreu. e que eu sei que te peso com essas pitadas amargas de quem quer te privar de quem amas — e, para sempre, amarás.

2013/09/10

baby:
talvez você não queira entender que não se trata de qualquer companhia. uma companhia qualquer. o afeto tem nome e sobrenome. identidade. marcas & digitais.

2013/09/06


baby:
felicidade é se saber livre para viver um amor de verdade. todo resto é bobagem.

2013/09/02

baby:
de tudo que pôde ser — e de tudo que morreu à espera de ser —, pra mim, ainda valeu. mesmo que eu não esteja a teu lado. mesmo que tenhas escolhido deixar sonhar — para alimentar sonhos que não os teus.