2013/06/29

baby:
não desperdice o sono. teu corpo precisa relaxar. afinal, jamais faria qualquer movimento para revelar o que sempre se quis segredo. a intimidade do cercado não cabe ao mundo — pelo menos, para mim.

2013/06/25

baby:
tem horas em que eu realmente duvido das cartas que me escreveu. porque hoje aquele remetente virtual não passa de uma lembrança arquivada na caixa postal.

2013/06/20

baby:
você não tem mais idade pra brincar de boneca — nem eu. esperei que agisse feito homem. aquele que um dia amei. e hoje sei que nunca existiu.

2013/06/17

baby:
tudo que lhe posso desejar é felicidade — à vida em família, à assistência prestada, aos nós mantidos à custa de contratos & maldições.

2013/06/12

baby:
coloquei meu destino nas mãos do astral. por isso, tenho evitado qualquer deslize operado pelo coração. meu futuro se quer diferente do teu presente — de escombros & remendos, escusas & encenações. porque eu ainda prezo a verdade dita no olho e aqueles quereres consolidados por ações.


2013/06/07

baby:
não sente vergonha, mas também não me toma pela mão. prefere o corpo sem nome, as ações não assinadas e os laços que se desmancham ao amanhecer do dia.

2013/06/02

baby:
nunca quis sair de você. mas me fazer ficar — necessária e inseparável. presença bem-vinda — e festejada.