2012/01/10

dear:
você é única marca que eu quero levar adiante — comigo. sepultei todas as outras. agora, preciso me proteger. a morte anda rondando a casa — e aparecendo entre os cabides e as calcinhas. é assustador. aceita me fazer companhia? você me aquieta — mesmo emudecido, enquanto as nossas cartas se escrevem em silêncio, na tentativa de encontrar respostas e selar feridas que jamais se fecham.

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