2012/01/21

dear:
o universo envia os sinais, a gente é que finge não ver — mesmo com a verdade desfilando a poucos metros dos olhos, à luz natural. é, aconteceu. sobrei de novo do outro lado da rua, parada sobre a calçada embarrada. isso foi há dias, mas ainda dói aqui dentro — e nada acalenta. precisava do colo dele pra me consolar. daquele jeito triste de me olhar triste. do amor que extrapola o limite do medo e volta a confiar em si. cheio de coragem.

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