2011/11/20

baby:
o que fazer se eu não escolhi ser saudade? por isso é que eu volto atrás, telefono, cutuco. recuo de novo. me desdigo... a falta que eu sinto de você é uma coisa absurda. sai me atropelando — pra recobrar a ternura, aquilo que sempre fica, vira eco, ressurge. casa comigo amanhã? porque eu não posso aceitar menos do que já tive — esse nada diluído em muitas vezes, muitos anos, muitas vidas.

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